Sunday, April 21, 2019

A POPULARIEDADE DO PRESIDENTE DA FRANÇA.

Popularidade de Macron aumenta após incêndio de Notre Dame

32% dos franceses dizem ter uma boa opinião de Macron

Popularidade de Macron aumenta após incêndio de Notre Dame
Notícias ao Minuto Brasil
08:17 - 19/04/19 POR NOTÍCIAS AO MINUTO
MUNDO FRANÇA
Apopularidade do Presidente francês Emmanuel Macron aumentou durante as suas intervenções após o incêndio da catedral Notre Dame de Paris na segunda-feira, recuperando os níveis de setembro, dois meses antes dos protestos dos coletes amarelos.   De acordo com o diagnóstico feito pelo instituto BVA, que realizou os inquéritos entre quarta e quinta-feira, 32% dos franceses dizem ter uma boa opinião de Macron, mais três pontos do que no mês passado.
A popularidade do governante tem vindo a descer nos últimos meses.
Na pesquisa de abril, a popularidade de Macron cresceu nas categorias socioprofissionais mais elevadas da escala, com subidas de quatro pontos percentuais entre os "quadros" (50%) e de seis entre os trabalhadores independentes (31%).
Nas categorias mais baixas, sinaliza o BVA em comunicado, as avaliações permaneceram praticamente inalteradas.
Segundo o instituto, 62% das pessoas que viram a declaração de Macron na terça-feira sobre Notre Dame, durante a qual se definiu uma meta para a sua reconstrução de cinco anos, consideraram que o governante esteve à altura do acontecimento.
Cerca de 83% das pessoas que participaram da pesquisa sinalizaram que se sentiram afetadas pelo incêndio na catedral de Paris.
Desde o incêndio de segunda-feira, as contribuições para a reconstrução da catedral excederam os 800 milhões de euros, de anônimos ao Banco Central Europeu, junto com a Apple, a Total ou as famílias Pinault e Arnault.
A catedral encontrava-se em obras de restauro no seu exterior quando, na segunda-feira à tarde, começou um violento incêndio que demorou cerca de 15 horas a ser extinto. As chamas destruíram o pináculo e uma grande parte do telhado, além de parte do acervo artístico no interior.
A Procuradoria de Paris disse que os investigadores estavam considerando o incêndio como um acidente. A tragédia de Notre-Dame gerou mensagens de pesar e de solidariedade de chefes de Estado e de Governo de vários países, incluindo Brasil, bem como do Vaticano e da ONU.



Coletes Amarelos criticam adiamento de reformas por causa de Notre Dame

As autoridades temem que grupos violentos se misturem com os "coletes amarelos"

Coletes Amarelos criticam adiamento de reformas por causa de Notre Dame
Notícias ao Minuto Brasil
HÁ 5 HORAS POR NOTÍCIAS AO MINUTO
MUNDO MANIFESTAÇÃO
Milhares de Coletes Amarelos, que voltaram hoje às principais ruas de Paris, contestaram hoje a decisão do governo de adiar o anúncio de reformas previsto para segunda-feira devido ao incêndio que destruiu parcialmente Notre Dame.  Os 6.700 manifestantes criticaram o presidente francês, Emmanuel Macron, que prometeu milhões de euros para a reconstrução da Catedral, que já vem recebendo ajuda de milionários.
Segundo as autoridades, foram detidas para interrogatório quase 200 pessoas até às 17h45. Em vários locais, os Coletes Amarelos, incluindo muitos jovens vestidos de preto e cara tapada, criaram o caos, incendiando 'scooters'.
Segundo a France Presse, alguns gritaram repetidamente "Suicidem-se" em direção aos policiais, em alusão ao fato da corporação estar registrando grande número de suícidios desde o início do ano.
A polícia utilizou gás lacrimogéneo para dispersar os manifestantes.
Os protestos estenderam-se a outras regiões da França e mais de 60.000 agentes das forças de segurança foram chamados.
Na capital francesa, os polícias impediram preventivamente o acesso de manifestantes a lugares simbólicos, entre os quais as imediações de Notre Dame.
As autoridades temem que grupos violentos se misturem com os "coletes amarelos", apelando a que os manifestantes "se dissociarem desses elementos".
Até ao meio-dia, a polícia realizou mais de 11.000 controles preventivos em Paris.
Os manifestantes reúnem-se pelo 23.º sábado consecutivo desde novembro de 2018. O movimento nasceu espontaneamente num sinal de protesto que começou contra a taxação de combustíveis na França e contesta agora a carga de impostos, perda do poder de compra e desilusão geral com o Governo.

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